Sexta-feira, Julho 22, 2005



NONSENSE of the day

Oi, NONSENSEr's! Espero q esteja td bem com V. Sas. Pois é, post veloz em relação ao último, mas pra ficar por alguns dias, porque ninguém é de ferro e após longo e tenebroso inverno, tô saindo de férias msm. Vou pra praia, que Iemanajá me espera. Já falaram que tá chovendo, mas não tô nem aí. Sabem quando a gente só precisa é de relaxar? É mais ou menos o que está acontecendo na minha atual fase sem-o-que-fazer. Aliás, vai ser tempo pra tentar organizar umas idéias, alguns planejamentos, já que agora é hora de muuuuuuuuita mudança na minha pacata vidinha, também conhecida como modorrenta ou tacanha... Daí, coisas tidas como "impensadas" por muita gente, na realidade, são coisas "não comentadas", mas raramente impensadas, e que podem (e devem) render altos frutos. Aliás, pensar, quando não tô com preguiça, é um dos meus passatempos favoritos; é bem o que vou fazer na praia.
Anyway, hoje quero falar de sensibilidade. Em vários aspectos, aliás, mas principalmente do homem, do bicho-homem, masculino, em gênero e tipo.



Na verdade, sensibilidade é uma coisa que não deixaram que os homens tivessem anteriormente, hoje em dia é que tá virando moda. Antes o povo tinha vergonha de ser sensível, de chorar e tals. Tinham vergonha de se arrumarem, de serem vaidosos... hoje alguns entraram na pecha de "metrossexuais", termo que, até, alguns abominam. Sem contar os que têm medo de serem confundidos com gays...
O texto que o Gustavo escreveu, que postei anteontem, é muito sensível. Eu falei pra ele um dia: "Gu, desde a época da facul eu tinha outra imagem de você", e foi muito legal a gente desfazer essa imagem, pois nos papos, o pegador se mostrou foi sensível.
Tem muito cara sensível por aí, mas sensibilidade tem a ver com outras coisas também, lógico, que seja pra combinar a tal da meia com a tal da roupa; que seja pra entender que a mulher deve ser tratada como uma flor (uma amiga me ligou hoje toda feliz, porque o carinha com quem ela tá saindo tá sendo mó respeitoso, mandando flores, não avançando o sinal... tá ganhando a gatinha na maciota...); que seja pra poder viver melhor em comunidade.
Aliás, como um assunto puxa o outro, putz!, o povo age tanto em razão e função dos outros... Não que eu seja um super, e não o faça, porque se somos gregários, faz parte agirmos em (alguma) função do outro, mas tem gente que vive msm em função, né?! E como o peer pressure é ainda mais poderoso. Pra estar de acordo com os seus, há sempre essa pressão dos colegas, que com relação aos adolescentes, então, pqp!!! Ah, e sonhe sair de dentro deste ciclo, sonhe...
Outra coisa que tem a ver com sensibilidade e viver em função do outro é um assunto que muito me apetece: etiqueta.
(Aff, tô que tô entrelaçando, né?! Mas acho que dou conta de sair.)



Bem, estive reconsultando meus manuais de etiqueta (alguém esses dias veio aqui e achou-os muitos...), pra ter certeza a respeito de umas coisas, que não são assim uma Brastemp de importância, mas que dizem algo, sempre. (Só pra constar, levado pelo que disse acima, diz a etiqueta que não se mandam flores em número par, principalmente 6 ou 12, que fica parecendo que não houve cuidado, "compr'uma meia dúzia de rosa lá"; mandar 1 ou 3 a mais ou a menos faz com que a pessoa entenda um cuidado especial do remetente. Detalhe básico: a maioria, tanto de quem manda quanto de quem recebe, ou msm vende, não sabe disso... Mas é pra isso que estamos aqui, né?!)
Estava assistindo a "Carmen", talvez a mais conhecida ópera de Georges Bizet, no DVD que a Érika Heyden (que tá na Itália, com a Banda da Zezé) me emprestou. E me incomodava muito o tanto que o povo aplaudia. Alguém pode estar pensando que tô maluco, já que vivo reclamando que montesclarinos não sabem aplaudir. Bem, aplauso com ópera é outra coisa: a gente só aplaude ao fechar das cortinas e, na verdade, seria ao fim dos atos, ou, mais verdade ainda, ao fim do espetáculo. Mas, como a maioria das coisas, há um porquê muito lógico: para não desconcentrar os cantores e músicos. Por ser uma obra muito grandiosa (em todos os sentidos), havendo presença de orquestra, a concentração é essencial, e diferente da devotada a uma peça de teatro. Então, crianças, ao irem à ópera, palmas somente ao final dos atos, não a cada ária, ou a cada vez que você gostar de alguma coisa (hahaha, como se vocês estivessem indo sempre à ópera. Mas vai que pinta uma oportunidade, né?! Aliás, quando a Orquestra Sinfônica esteve aqui, 10h da manhã de domingo na Praça da Catedral, tocando versões de, por exemplo, Renato Russo, entre Villa-Lobos e Mozart, aff, o povo aplaudia o tempo inteiro, no meio da música... Sim, entendo que é emoção, mas era patente na cara dos músicos, que por vezes até riam, o desconforto causado por isso. Porém, eram "Concertos ao ar livre", na tentativa de trazer a música clássica mais próxima do povo em geral).



Inclusive, falando em ópera e sensibilidade, lembro-me das reações no dia em que a Érika me emprestou o DVD. Luis "Pulo", 12 anos, disse que era estranho pra alguém da minha idade gostar de ópera, que eu não sou normal (novidade!!!). Pra outros, quanto resolvi mostrar um pouco, nuns minutinhos finais, fizeram cara de sei lá o quê, sem contar os que saíram antes. No entanto, achei muito massa a Márjorie, que ficou vendo, e eu contei um pouco da história da ópera pra ela. Hoje enquanto assistia, lembrei-me dela, porque também cheguei a me emocionar.
Aliás (perceberam como adoro essa palavra?), acho que a cena mais sensível que já vi em um filme foi quando aquela sacola plástica fica rodopiando ao sabor do vento, enquanto o psycho da história filma tudo e também acha lindo, no maravilhoso "Beleza americana". Muita gente não entendeu. Muita gente não foi sensível.
Então tá. Tenho a impressão de que, ao voltar, vou ter tempo e coisas pra escrever muito pra vocês.



E pra quem se interessou, aí vai uma parte de um review da ópera Carmen, que encontrei no Movimento.

"Cigana selvagem, orgulhosa, alegre, feliz no seu desapego pelas coisas: assim era Carmen, que amava quando queria, a quem quisesse, sem se prender a ninguém...
Acima de tudo, a liberdade: roubava quando queria, planejava assassínios, se necessário, sem malícia...não conhecia regras nem escrúpulos, era um animal vivo, saltitante.
Em cena, o povo: as mulheres fumam, trabalham numa fábrica de cigarros e Carmen, luta, briga, mata e morre, tudo com igual desprendimento...de repente, ataca outra atriz a navalhadas! A música é alegre, nova, bem trabalhada e todos querem amar "La Carmencita ", mas ela não compreende um sentimento tão complexo...E quem poderia deixar de amar Carmen?


Então, já que estamos no clima clássico, só pra finalizar, lembrei-me do começo da letra de "La donna è móbile", porque tem tudo a ver com "La Carmencita"...

La donna è mobile qual piuma al vento,
muta d'accento e di pensiero.

A mulher é volúvel como a pluma no vento
Muda de sotaque e de pensamento...

No more comments!
Ósculos amplexares e amplexos osculares.

PP (post postem): As imagens que estão aí é só pra darem um colorido (ou uma atrapalhada), e pra descarregar minha pasta de coisinhas pro NONSENSE... Puro, aliás!




1:23 AM
*


Terça-feira, Julho 19, 2005



.Oi pessoas! Nonsenser's... Cá estou eu novamente, pra trazer uma crônica mt legal q meu amigo Gustavo me mandou dia desses; espero q vcs apreciem. Puro nonsense! Ou não... Aliás, vou tentar produzir logo uma crônica qq, pq até meu talento pra reclamar tá diminuído.
Ósculamplexos!


CRÔNICA DO DESABAFO
Gustavo Gangana

Cansei de rostinhos e corpinhos lindos, mas sem essência. E o pior é que as mulheres com tais predicados se acham.
Abomino o tal "joguinho" e o papo fútil. Por isso, fiquei extremamente feliz quando conheci uma "menina" linda de 21 anos, estudante de Direito da FUMEC. Seu nome: Renata. Um dia, enquanto sua amiga só utilizava o adjetivo -GATO¿ como requisito essencial para um eventual pretendente, ela me disse: ¿não me importo com beleza, quero é ser tratada como "Rainha". Confesso que fiquei hipnotizado pela beleza avassaladora da tal amiga. Mas isso já é passado. Quem sabe, se os valores dela mudarem, poderá ser futuro. Com absoluta certeza, presente não é mais.
Não sou hipócrita: beleza ajuda, mas não sustenta nada. A "casca", por mais bela que seja, não tem valor sem o conteúdo. A verdadeira "Pessoa Encantada" (Príncipe/Princesa) nós construímos; com o convívio, no dia a dia, aprendendo a respeitar as diferenças, os defeitos e, principalmente, priorizando, valorizando e destacando as qualidades.
Penso que devemos conviver apenas com quem tenha potencial de acrescentar algo na nossa vida e, assim, nos fazer crescer. Aqui, registro as sábias palavras de uma grande "Filósofa di Buteco":
¿Temos que nos envolver com pessoas que nos funcionem como motor e não como âncora¿ e "tô aprendendo a viver mais o presente sem ficar lamentando o passado e imaginando o futuro".
Acho que me dou melhor com mulher mais madura, que, geralmente, é mais vivida e não tem medo de ser feliz. Sem preconceito de idade, no geral, as novinhas são mais imaturas, mas toda regra tem exceção, porque também há mulheres mais velhas com a "cabeça de vento". Experimentei a regra e a exceção. P. ex., a última mulher que me acrescentou algo é 8 anos mais nova.
Conheci a "Anjinho" há 1 ano e meio, 1 mês após o fim do meu namoro de mais de 4 anos com uma mulher mais velha. Namoramos 3 meses. Pena que eu ainda estava "nocauteado". Depois dela não apareceu ninguém que me prendesse de verdade. Desde então, tenho exercitado bastante minha paciência.
Enfim, termino como comecei: cansei!


Last sign of the day



10:56 PM
*


Sábado, Julho 16, 2005



NONSENSE of the day

Long time no post, uh?
Um mês praticamente, e nem vai ter um post decente neste momento, pq tô num dia mt confuso. Pensamentos, paixões, reflexões, saídas, possibilidades, medos, perdas, um temporal de sentimentos e de incertezas. Mas, já disse, sempre tia Gloria Gaynor cantou, "I will survive!"


Nem sempre confie em td o q vê à 1ª olhada...

Na realidade, não tô sabendo o q tá havendo. Minha aura está para modificações, algumas publicáveis e outras não, mas estou bem. Estou num período de mudança de fase. Como psicólogo q sou (pq pra quem não sabe eu nasci psicólogo, a facul é só pro forma), meu intuito principal e promover a sanidade do sujeito. Agora, alguém aí me explique, como é q eu vou tentar fazer o povo ficar feliz e viver conformado na minha normosezinha, naquela vidinha sem graça de sempre, reclamando das mesmas coisas, e não fazendo nada em favor da minha felicidade?


Am I cute or not???

Essa carinha aí acima enganou mt, não foi? O Pussy in Boots (agora q vi com a voz do Banderas gostei mais ainda) faz com q a gente possa refletir acerca do NONSENSE presente em nossa vida quotidiana. O Roberto Jefferson jogou um mt de merda no ventilador. O povo tá td com medo dele, pq todos os esquemas estão aparecendo, aparecendo... E o Lula, sabia? Nem preciso responder, né?! Eliana, bem, não vou fazer julgamentos, só posso dizer q é mta loucura junto. E os ataques em London? Bem, meus amigos todos estão bem, graças a Deus.
E pq tô considerando isso td junto? Bem, tem mais. Hj mta coisa doida já aconteceu, comentários ainda não, mas só estou conseguindo é me perguntar um mt de coisa. Tem gente fazendo de td nesses dias, gente. Tomando coragem (moi aussi / me too), lutando pelos seus direitos, escancarando, tomando atitudes, quaisquer q sejam.
Então, retorno à pergunta, pq falando td isso? Bem, é pq acho q estamos em um momento de crise. E crise é definida por Aurélio, dentre outras coisas, como "fase difícil, grave, na evolução das coisas, dos sentimentos, dos fatos; ponto de transição entre uma época de prosperidade e outra de depressão, ou vice-versa". Entendo a crise como um momento de crescer, um momento de procurar coisas melhores pra nossas vidas, de tentarmos nos entender um pouco mais.
Neste momento eu sei mt bem o q devo fazer. Já tomei providências com relação a mtas dessas coisas, mas preciso de dar um passo maior ainda e, se eu o der, os queridos NONSENSEr's saberão. Estou planejando sumir por um tempinho, não daqui, pq já virou rotina em fim de semestre (neste, pela última vez, eu espero) cheio de provas e etc, mas de Moc-Roça-City, Ficar um tempinho... me, myself and I. Tentando refletir sobre todo o processo, ver se dou conta de (se realizo) mta outra coisa q tá pra acontecer na minha vidinha sem graça e piegas de sempre, quase uma vida montesclarina, td q não mereço.
Hj rompi paradigmas. Meus próprios, claro, pq os dos outros eu vivo rompendo. Acho q sou uma pessoa nova, diferente, melhor. Tomara! De resto:


E eu vou continuando assim... LOL...

Hj minha frase no MSN era "I don't belong it here", pq sei q realmente não pertenço a isso aqui. Um amigo me disse q meu "cep não é em número, começa com letra"... Estou ruminando isso... Aliás, até trote no orkut eu tive hj... NM! What a day!!!
E por falar em orkut, este vício q nos acaba com a vida, criei algumas comunidades, e quem quiser entrar fique à vontade. Claro q tenho q fazer algumas considerações aqui, lógico, se não, não seria eu... Kkkkkkkk...

.:Eu amo Worney:. , pra quem me ama. Não foi criada por mim, mas já q a Mirnoca fez, fiquei feliz e boas, e aí convido td md q me ama... Huahuahuahau...

.:Worney's students:., q eu msm fiz, pra poder juntar meus ex-alunos, q me amassem ou odiassem, e principalmente quem passou por minhas mãos, mas não me ama o suficiente pra entrar na comm acima.

.:CIDOS e CIDAS do mundo:., q veio da sugestão da Renatinha Cambuy, pra quem usa melancia na cabeça.

.:Odeio os amigos dos vizinhos:., q veio de inspiração própria, e q o povo acho q não aderiu mt. Huahuahuahua...

.:Odeio quem fala "MENAS":., feita pelo Paulinho Popoff, q abandonou o orkut e ma deixou de presente, e serve pra quem fala "pobrema", "catredral" e "afim", ou afins...

.:Odeio meia branca!:., pra qual recebi mais email ou scrap de repúdio do q participação, já q o povo não odeia meia branca, e a moda é q tá errada qd diz q meia é da cor da calça ou do sapato... :p Viva Michael Jackson na época de Thriller e Moon Walk.

Eu queria tb, ainda, dar um oi pro Nando, lá do Confluência, e minha amiga Renata (Reine), q me disseram q acessam o NONSENSE de vez em qd; volta e meia encontro gente q é NONSENSEiro/a e eu nem sabia... Desculpem, mas têm q deixar comentário pra eu saber, né?!, pq, como dizia minha ex-chefe, "eu não tenho bola de cristal".
Ósculos e amplexos...
xoxoxoxoxoxoxoxoxox


Signs of the day










*Song of the day*

Esta é uma das minhas canções preferidas. Ouvi na casa de um affair um tempo atrás e comprei o CD acústico da Gal, pra me lembrar dos momentos. Aí, foi orgástico ouvir a Gal cantando, e o Zeca Baleiro tb, nos seus respectivos shows na Unicirco (q foi pra BSB e não voltou a´te hj...). Qd foi em maio, ouvi minha prima em sei-lá-q grau, Patty-filhona, cantando no níver da Viva, esta outra versão e fiquei com a música na cabeça, e agora baixei com o povo d'O Rappa, q é a q tô ouvindo agora.

Vapor Barato

Oh, sim, eu estou to cansado
Mas não pra dizer que eu não acredito mais em você
Com minhas calças vermelhas
Meu casaco de general
Cheio de anéis
Vou descendo por todas as ruas
E vou tomar aquele velho navio
Eu não preciso de muito dinheiro (Graças a Deus!)
E não me importa Honey
Oh me away Baby Baby Honey Baby
Oh, sim, eu estou tão cansado
Mas não pra dizer que eu estou indo embora
Talvez eu volte um dia
Eu volto
Mas eu quero esquecê-la
Eu preciso
Oh, minha grande, oh minha pequena
Oh, minha grande obsessão
(Oh, minha pequena)
Oh me away
Baby Baby Honey Baby

11:40 PM
*


'Non+sense, não+senso, sem senso, sem sentido, insensato, NONSENSE...'
'A veces angel, a veces demonio, pero siempre yo.'


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